Não tenho dúvidas da importância do tempo.
Mas o que mais me impressiona é que grande parte do seu valor se deve ao fato de que o tempo é um recurso extremamente fácil de desperdiçar.
Verdadeiramente ricas são as pessoas que sabem como utilizar bem o seu tempo.
Espero ser uma delas algum dia...
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Pensamentos Negativos
Pensamentos negativos são como veneno
E viciam
É o veneno que eu tomo dia-a-dia
E que me deixa mal
Eles me cegam, me embriagam
Me deixam bêbado, com os sentidos atordoados
E com a visão deturpada de um mundo que não é bom
E de coisas boas que nunca acontecem
Em meio a esse turbilhão confuso e sem saída, o que fazer?
Espero pelo dia seguinte
Pois sei que ele nascerá e, consigo, uma nova atitude
E espero também pela ressaca, que sempre vem junto
E me arrebata com uma pancada de realidade
Mas o importante é manter o sentimento de esperança
E a sobriedade conquistada a duras penas
Para evitar sofrer, se machucar
E evitar continuar bebendo desse viciante veneno
Chamado "tristeza"
E viciam
É o veneno que eu tomo dia-a-dia
E que me deixa mal
Eles me cegam, me embriagam
Me deixam bêbado, com os sentidos atordoados
E com a visão deturpada de um mundo que não é bom
E de coisas boas que nunca acontecem
Em meio a esse turbilhão confuso e sem saída, o que fazer?
Espero pelo dia seguinte
Pois sei que ele nascerá e, consigo, uma nova atitude
E espero também pela ressaca, que sempre vem junto
E me arrebata com uma pancada de realidade
Mas o importante é manter o sentimento de esperança
E a sobriedade conquistada a duras penas
Para evitar sofrer, se machucar
E evitar continuar bebendo desse viciante veneno
Chamado "tristeza"
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Sonho Bom
Nesta noite, sonhei com você novamente
Mas foi um sonho bom, agradável, gostoso
Um sonho banhado pelas cores do outono
Sob as várias centelhas iluminantes do shopping
Andávamos em um pequeno grupo de amigos
E nos divertíamos como jovens que somos
Sem saber se era dia ou era noite
Acordei ainda inebriado pela tranqüilidade do sonho
E, percebendo que estava só, sozinho, solitário
Estiquei meus braços tentando encontrar algo que não estava lá
Me perguntei, então, para que seriam os sonhos bons
Para nos animar com pensamentos e sentimentos positivos?
Ou para nos entristecer por aquilo que não temos
E por essas lembranças inventadas que nunca serão verdadeiras?
Mas foi um sonho bom, agradável, gostoso
Um sonho banhado pelas cores do outono
Sob as várias centelhas iluminantes do shopping
Andávamos em um pequeno grupo de amigos
E nos divertíamos como jovens que somos
Sem saber se era dia ou era noite
Acordei ainda inebriado pela tranqüilidade do sonho
E, percebendo que estava só, sozinho, solitário
Estiquei meus braços tentando encontrar algo que não estava lá
Me perguntei, então, para que seriam os sonhos bons
Para nos animar com pensamentos e sentimentos positivos?
Ou para nos entristecer por aquilo que não temos
E por essas lembranças inventadas que nunca serão verdadeiras?
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Meus Versos
Meus versos não têm rima
Meus versos não têm métrica
Meus versos não têm estrutura
Meus versos têm só palavras
E sentimentos
E nem são bons os meus versos
São apenas versos
Meus versos não têm métrica
Meus versos não têm estrutura
Meus versos têm só palavras
E sentimentos
E nem são bons os meus versos
São apenas versos
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versos
Esta Vida
Esta vida...
Esta vida.
Esta.
Somente esta.
E nessa condição (de ser única), vai para algum lugar?
Ou continua desse jeito mesmo, como está?
Esta vida.
Esta.
Somente esta.
E nessa condição (de ser única), vai para algum lugar?
Ou continua desse jeito mesmo, como está?
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segunda-feira, 11 de maio de 2009
Foi com a fumaça
Engraçado como quando eu chego bêbado da rua fico postando letras das músicas que eu vo escutando aqui, hauehauheuahe. (No outro dia eu nem lembrava desses últimos dois posts.)
Uns dias atrás tive um sonho engraçado.
Era tipo a historinha de uns maconheiros viajantes.
Uns dias atrás tive um sonho engraçado.
Era tipo a historinha de uns maconheiros viajantes.
Depois de iniciar sua jornada nômade a algum tempo, os maconheiros param para invadir uma casa aparentemente abandonada pra passar um tempo e descansar antes de continuar a viagem.
Eles pulam o portão e chegam no jardim.
A casa tem um quartinho nos fundos, que é separado por uma portinhola de madeira, e a construção principal, que tá cheia de mato crescendo e parece bem abandonada.
Mas antes de arrombar a porta e entrar, ao se aproximar da casa, acontece algo que os faz parar. Frente a eles aparece o fantasma de uma menina pálida, cheia de sangue, e os ameaça:
- Olha, se eu fosse vocês, não invadiria aquele quartinho lá atrás, porque é onde eu estou morta, senão vocês vão se arrepender.
A essa altura os maconheiros já gelaram.
Ela continua:
- E se eu fosse vocês, também não invadiria essa casa, porque é onde a pessoa que me matou vive e ele é pior do que eu. Ele é um demônio e se vocês entrarem, ele vai matar, torturar e queimar vocês.
Então os maconheiros decidem acampar no jardim mesmo e ficar ali fumando a maconha deles. Nisso a fumaça sobe, amanhece o dia e eles decidem continuar o caminho. Sem saber se aquilo foi de verdade ou uma alucinação coletiva, eles vão embora e a fumaça vai junto.
Quando perguntam pras pessoas do local se alguém viu os tais maconheiros, todos negam. Por isso que hoje em dia, quando perguntam "cadê fulano?" e não se sabe, as pessoas respondem "foi com a fumaça".
sábado, 2 de maio de 2009
Samurai
Djavan - Samurai
Aaaaaiii...Quanto querer
Cabe em meu coração..
Aaaaaiii...
Me faz sofrer
Faz que me mata
E se não mata fere...
Vaaaaiii...
Sem me dizer
Na casa da paixão...
Saaaaii...
Quando bem quer
Traz uma praga
E me afaga a pele..
Crescei, luar
Prá iluminar as trevas
Fundas da paixão...
Eu quis lutar
Contra o poder do amor
Cai nos pés do vencedor
Para ser o serviçal
De um samurai
Mas eu tô tão feliz!
Dizem que o amor
Atrai...
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segunda-feira, 30 de março de 2009
Gangue do Pit Stop e Maluco do Trote Solidário
Semana retrasada estava na sala, assistindo aula, quando aparece um sujeito na porta e pergunta "Alguém tem um Gol preto de placa tal-tal-tal?"Mas ninguém se manifestou e ele foi embora. Pensei: "Pronto. O maluco do Gol deve ter feito alguma merda..."
Depois, saindo da aula pra ir almoçar com os brothers, vi uma confusão no estacionamento e, logo em seguida, vi o tal Gol preto que o sujeito tinha falado. Sem rodas. Apoiado em um macaco.
Deu vontade de tirar uma foto, mas não deu tempo.
O Gol devia ter umas rodas muito maneras pra robarem desse jeito. E, porra, em plena luz do dia? Que foda esses ladrões, hein...
Mas o melhor veio depois: especulações pós-fato entre amigos.
Primeiro: O que você faria se chegasse no estacionamento e visse seu carro sem rodas?
Algumas sugestões surgiram, do tipo 'correr de um lado pro outro gritando que nem menininha', mas a melhor com certeza foi a do tiozão. "Eu ligava pra quatro brothers e falava: 'Mlk, traz seu estepe aí que eu to precisando'".
Segundo: Como os caras conseguiram roubar as rodas do carro de dia, mais especificamente de manhã, e ninguém ver?
Po, provavelmente eles devem ter sido bem rápidos. Pra isso eles devem ter tipo uma oficina na qual eles ficam treinando, naipe pit stop de Fórmula 1. Imaginando a cena: fica um dos bandidos com o crônometro na mão, enquanto uns outros 2, 3 ou 4 fazem o serviço. "Porra, tá lento. Bora fazer essa merda de novo mais rápido". Eaí eles começam de novo. Só pode...
Já no dia seguinte, tava saindo pra almoçar, dessa vez sozinho, e vejo um maluco correndo no estacionamento da universidade na minha direção. Logo em seguida, ele deixou alguma coisa cair no chão. Parecia uma bermuda azul ou coisa assim, mas não interessa...
Depois de mais alguns metros, quando ele chegou perto de mim, falei:
- Ow.
Mas antes que eu pudesse continuar, ele já foi perguntando, visivelmente apressado:
- Você vai pro trote solidário??
Eu, pego de surpresa, respondi:
- Quê...? Não...
Ele, de novo:
- Você vai pro trote solidário??
- Não, véi... Tu deixou cair uma parada lá. - Aponto pra coisa caída.
Ele:
- Você vai pro trote solidário??
- Não, po.

Nisso, ele se virou, e saiu correndo pra pegar a coisa que ele tinha deixado cair, enquanto eu segui meu rumo tentando processar o que tinha acabado de acontecer.
Depois de rir pra caralho, pensei: "é, e eu que sou o doido..."
quinta-feira, 19 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Eu
Tentar me definir é uma das coisas mais difíceis pra mim, porque se torna muito confuso às vezes.Descobri que sou uma pessoa que segue com fidelidade certas regras e leis. Não gosto de problemas. Gosto da vida fácil. Não gosto me arriscar. Gosto do que é seguro. (Acho que grande parte das pessoas apresenta esse sentimento em diferentes níveis.)
Nesse quesito me vejo como uma pessoa com longos braços, mas que muitas vezes os encolhe com medo de colocá-lo no fogo. Algumas vezes me sinto uma pessoa medíocre. E muitas vezes tenho ódio pois acabo não fazendo o que acho que deveria fazer.
Em oposição ao equilíbrio que busco em relação às minhas próprias coisas, gosto de ver o caos ao meu redor. Confesso que gosto de ver o circo pegar fogo. Gosto de assistir os limites, de apreciar os extremos. De ver o bem e de ver o mal também.
Nesse quesito eu me vejo como um voyeur dos desequilíbrios vida. Sou uma pessoa hipócrita e, de certa forma, vil.
Mas nas pequenas coisas, naquelas em que sinto segurança e em algumas outras, eu busco o senso de ser diferente. Lugares comuns me incomodam. Como a maioria das pessoas, gosto da idéia de me sentir único e incomum. Gosto do que é ligeiramente errado, gosto do contra-senso. Gosto de nadar contra a correnteza. Gosto de me sentir desafiado. Gosto, acima de tudo, da liberdade. Tenho vontades e vontade de realizá-las.
Além disso, também tenho facilidade em me viciar em certas coisas. Perco facilmente o controle.
Acho que sou uma pessoa cheia de defeitos como qualquer outra, mas admitir isso e se mostrar vulnerável é complicado, e poucas pessoas o fazem. Mas também tenho qualidades, é claro.
Me considero racional e correto. E, até certo ponto, sou confiável.
Fora isso, não sei, deixo pros outros descobrirem.
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