segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sonho e Vida

O que é a vida sem sonho?
Todos que vivem sonham?

Só quem vive sonha
Mas só vive quem sonha?
Em outras palavras,
Só quem sonha vive?

Enfim,
Seria sonhar sinônimo de viver?

domingo, 26 de dezembro de 2010

Minha Flor

Minha flor é a flor das flores
É a mais bela do jardim do éden
É a rainha dos campos elísios
É a mais cheirosa de todos os paraísos

Minha flor é meu amor, minha vida
É única e insubstituível
É o remédio que cura minhas feridas
É tesouro que guardo com estima no coração

Perdê-la seria uma dor terrível
Seria trevas, seria escuridão
Seria tristeza e solidão

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Refúgio

Neste mundo, onde pessoas vagam sem rumo, procurei um refúgio
Encontrei-o ao perambular pela beira da estrada
Em um mato fechado, uma cabana de madeira isolada
Um lugar aonde só eu conseguia chegar
Me senti seguro e depositei meu coração, meus sonhos e minha esperança

O que aconteceu depois?
Eu não sei...
Continuo vivendo e esperando para ver

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Só pra não dizer que não postei...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Gritos do Inferno



Qual o melhor comentário para o vídeo acima?

1 - Serei uma pessoa correta daqui pra frente.
2 - Isso é mais uma daquelas 'teorias de conspiração', deve ter sido gravada na cantina de alguma escola na hora do lanche.
3 - Deviam ser os mineiros do Chile.

domingo, 7 de março de 2010

Histórias do Subconsciente - O Pai e o Filho

Acabei de acordar. Ainda estou com sono e vou dormir de novo, eu acho. Mas estou aqui pra postar essa história porque tive um sonho, daqueles perturbadores, com o tipo de história que só o subconsciente da gente consegue criar. A história segue abaixo.

Era uma família que vivia uma vida muito boa e tranquila. Tinha o pai, o qual tinha um bom emprego e, nos tempos livres, trabalhava no orfanato que fundou. A mulher era uma dona de casa primorosa, esposa e mãe carinhosa. E o filho era um moleque comum, mas muito inteligente e feliz. Cresceu junto com os garotos do orfanatos, que eram como irmãos para dele.

Porém, com o passar do tempo, o menino começa a perceber certas coisas. De vez em quando, ele sofre alguns lampejos nos quais ele consegue ver os pensamentos do próprio pai. O pai percebe que o filho está cada vez mais entrando em sua mente e começa a revelar seu lado vil e perverso. Ele mata a própria esposa e começa a matar as crianças do orfanato uma a uma, na frente do garoto, mostrando uma personalidade infantil e sombria, que não consegue admitir uma "derrota".

Chegando finalmente ao banheiro e prestes a matar o próprio filho, o pai olha nos olhos da criança. E então a criança o fala a verdade que os dois sabiam de certa forma, mas que nenhum dos dois queria admitir.

O filho, a esposa, o orfanato, toda aquela realidade não passava de uma fantasia criada pelo pai em resposta a uma culpa muito grande que ele sentia devido à morte de uma criança em uma circunstância que não ficou clara no sonho.

O pai, percebendo o que acaba de ouvir, tem um surto de insanidade no qual começa a gargalhar como louco. E chorando, ele abraça o filho, aceitando finalmente sua própria culpa.

Tudo se fecha na escuridão.

O menino acorda numa cama, ao lado de uma mulher meio idosa. Tinha adormecido enquanto via televisão. Ele levanta e chama sua avó e seu avô para saírem. Pega a bicicleta e vão para um parque. Ao sentarem na grama para descansarem, o menino pede para que contem sobre pai. O pai tinha morrido logo quando ele nasceu. Suicidou-se.

Aquela era uma outra realidade deixada pelo pai para o filho, como um último ato de redenção, na qual ele se mata enquanto é jovem para evitar que traga sofrimento a si mesmo e ao garoto, e permite que o menino viva uma vida verdadeiramente feliz, criado pelos avós.

O pai e o filho eram faces de uma mesma pessoa que trava uma batalha mental contra si mesma. Porém, ao criar uma segunda realidade, o pai consegue desassociar as duas imagens e dá uma nova oportunidade ao filho de ser feliz, se tornando pai e filho verdadeiramente.

O fato de o pai matar todos reflete sua imaturidade em relação à culpa que sente, demonstrando sua incapacidade de aceitar que a realidade não passa de fantasia. Ele se revolta e tenta destruir tudo, sem querer deixar espaço para que o filho diga a verdade que o machucaria e significaria sua "derrota".

Isso é irônico pois demonstra um filho mais maduro e inteligente que o pai na história. Um filho que se mostra mais racional enquanto o pai é guiado pelos seus sentimentos e medos. Fato que, de certa forma, me diz que a criança, na sua inocência, tem uma capacidade maior de encarar certas coisas que o adulto, cheio de medos e preconceitos, não consegue.

No sonho, eu me vejo no papel do pai em algumas horas e de filho em outras. Eu sou o filho no início do sonho, mas quando o pai mata todos e chega para matar o menino no banheiro, eu sou o pai que olha em seus olhos e escuta o que ele fala. Na segunda realidade, eu me vejo no papel de filho novamente.

Não é o primeiro sonho que eu tenho com esse nível de realidade e profundidade. De vez em quando acontece. Em uma das vezes, eu achei a história tão interessante que evitei escrevê-la aqui porque ainda pretendo fazê-lo algum dia de forma decente, para publicação. Mas ainda preciso desenvolvê-la melhor.

Não sei o que esses sonhos significam, acho que ía ser legal se um psicanalista pudesse me dizer. Só sei que quando os tenho acordo assustado devido à realidade e intensidade deles. É raro acontecer, mas vou procurar postar aqui os próximos que vierem, sempre que tiver um sonho desses.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Picasso não Pichava

"Picasso não Pichava" é o nome de um projeto social aqui de Brasília que tem como objetivo manter as crianças e os jovens ocupados com várias atividades e tirá-los das ruas. No projeto, tem oficinas de pintura, serigrafia, dança etc.
É um lance legal e tal. Mas o motivo de eu puxar esse assunto é outro.
Um dia eu tava andando em uma passagem no eixão e vi a seguinte pichação:
Picasso não pichava
Foda-se nois picha
Ou algo mais ou menos assim. Já faz bastante tempo também.
Enfim, não tem lição de moral nem conclusão nessa história. Só tava lembrando disso outro dia e decidi registrar aqui.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Natal

O Natal pareceu que nem vinha este ano.
Pareceu que não queria vir.

Os dias foram se arrastando e, quando vi, o Chester estava em cima da mesa, assado e pronto para comer.

Foi um Natal sem clima de Natal.
Mas foi bom, foi diferente.

Fiquei até meia-noite e meia na casa do meu pai, com ele, meu tio e minha avó.
Percebi o quanto a família dele é diferente da família da minha mãe.

E percebo também, este ano, que apesar do lado capitalista do Natal do qual muitos reclamam, que ele ainda mantém esse lado bom, de juntar as famílias.
Porque, afinal de contas, família é o mais importante que há, pelo menos para mim.

E que bom que há pelo menos um dia, um único dia no ano, que dedicamos às nossas famílias e outras coisas positivas.
Bem que poderiam ser mais, mas nunca nos lembramos ou nos esforçamos por isso.

Enfim, Feliz Natal a todos que lerem este humilde post, que não poderia deixar de ser um desses clichês de final de ano.
Ano novo está aí, juízo a todos.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Quem me entende?

Entender as pessoas é complicado.

Fiz um teste no Twitter um dia desses chamado "Quem te entende?". O resultado, pra minha surpresa (supresa sim, porque apesar de ter um fundo de verdade, eu não esperava que um quiz de Twitter fosse me falar isso), foi "Ninguém. Ninguém te entende".

Tá, é uma resposta meio exagerada, mas acho que pra me entender é preciso fazer um esforcinho a mais em um certo sentido.
Não que eu seja uma pessoa realmente complicada, eu até que tenho o pensamento reto.
Eu acho que o problema é que sou muito volátil. Mudo de pensamento e de humor como quem muda de roupa.

Mas acho que o mundo é assim mesmo, nada é absoluto, tudo é relativo, e eu vou mudando junto com todo o resto.
A única coisa que a gente não deve mudar mesmo são os princípios e o que é importante pra gente, não?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sono e a Força de Vontade

De sábado para domingo fui dormir 5h da manhã. Acordei 14:30, almocei, voltei a dormir por volta das 16:30 e acordei 18:30. Só dormi novamente às 20:30 do dia seguinte (segunda-feira). Acordei 00:30 da terça.

Ou seja, não tenho dormido muito bem... De domingo para segundo fiquei acordado 26h seguidas, dormi por 4h e agora só posso voltar a dormir lá pras 18h, depois de mais umas 17h acordado.

Será que eu aguento?
 


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